Curso de Inglês Online Grátis, por Andrew Abrahamson: Vídeo 25 – Lesson 30

1) O que o Andrew reforça sobre morfemas

Ele retoma a definição prática:

  • Morfema = pedaço de som que carrega significado.

A ênfase aqui é importante: a gente não estuda som por som. A língua é um sistema de comunicação, então forma (som/palavra) e significado andam juntos.

Ele também faz um “freio” realista:

  • língua é um sistema muito complexo;
  • existe ambiguidade;
  • muita coisa parece “inconsistente”;
  • isso não deve desanimar: o objetivo é dominar o uso, porque é isso que torna você eficiente na conversa.

Em resumo: morfemas ajudam você a perceber e deduzir sentido, mesmo quando não entende tudo.


2) Objetos e vocabulário: o inglês “cola palavras”

Nessa lição ele mostra vários exemplos em que o inglês faz muito “preto no branco”: ele junta duas palavras simples e cria uma nova.

Desk

Ele explica que desk é uma “superfície de trabalho” (mesa de estudos/escritório).
O alerta didático dele é: não fique tentando “traduzir ao pé da letra” criando mil categorias como em português; em inglês, desk é mais abrangente.

Draw / drawing

Ele menciona draw (verbo) e a relação com “puxar/sacar” (ex.: sacar uma arma) e também “desenhar”, mostrando que uma palavra pode ter usos diferentes — e o contexto manda.

Board e palavras com “board”

Ele usa “board” como exemplo de palavra que entra em combinações (tipo keyboard etc.), reforçando a ideia de morfemas/aditivos: duas bases juntas → uma nova ideia.

Bathroom x Restroom

Aqui tem um ponto cultural bem prático:

  • bathroom: literalmente “sala de banho” (pode existir banheira/chuveiro, mas no uso comum também serve como “banheiro” em casa).
  • restroom: “lugar de descanso” (uso muito comum em lugares públicos: restaurante, estação etc.).
    Ele comenta que, se você pedir “bathroom” num lugar, podem entender, mas restroom é bem padrão em muitos contextos.

Bedroom

Ele reforça o padrão: bed + room → “quarto”.

Music x Song

Essa é uma diferença que pega muito brasileiro:

  • music = música como área/arte/“música em geral”
  • song = uma música específica, uma canção (“aquela música do Djavan”, por exemplo)
    Ou seja: se você está falando de “essa música”, normalmente é song, não music.

Tip

Ele lembra que tip pode ser:

  • gorjeta
  • ponta (ponta da faca, do dedo, do iceberg etc.)
    E ainda comenta que existem usos verbais também, mas o principal aqui é você perceber: uma mesma forma pode carregar sentidos diferentes.

Suit / swimsuit

Ele fala de suit como “traje” e dá o exemplo de swimsuit (traje de banho), reforçando como a língua cria palavras por combinação.

Ride

Ele liga “ride” à ideia de “carona/andar com outro meio” (não necessariamente “andar a pé”), com exemplos do cotidiano.

Pay

Ele traz pay como verbo essencial:

  • pagar salário
  • pagar alguém
  • quitar uma dívida
    E a ideia é: isso aparece o tempo todo em vida real, então vale treinar.

3) Verbos que confundem pelo som: wear x where

Ele chama atenção para wear (usar/vestir) e o som parecido com where (onde).
A dica é simples e muito verdadeira: não é pela palavra isolada, é pelo contexto.


4) O verbo “put”: básico e MUITO usado

Ele destaca put como um verbo do dia a dia (e comenta a “pegadinha” dele: o passado não muda, continua put).

O que ele está ensinando de verdade aqui é um método de treino:

  1. Você aprende o verbo “colocar” (put).
  2. Você junta com objetos (book, cup, hat, etc.).
  3. Você junta com posições/lugares (on, under, in, behind, beside…).
  4. Você treina como frase pronta.

Exemplos no espírito do que ele fala:

  • put the book on the table
  • put it under the desk
  • put it in the box
  • put it beside the cup

E ele insiste num detalhe importante: como em português a gente fala “põe ele / põe ela”, no inglês você tem que acostumar com:

  • it (neutro, porque é objeto)
    e com a lógica de posição:
  • on / under / behind / inside / outside / beside etc.

Isso é “chato”, mas é o que dá fluência: você não pensa mais, só sai.


5) “Stand”: dois sentidos principais que aparecem muito

Ele entra no verbo stand e explica que ele pode ser:

  1. ficar de pé (sentido físico)
  2. aguentar / suportar (sentido figurado: “não suporto isso”)

A sacada didática: muitas palavras em inglês têm um “núcleo” e depois expandem. Você não precisa decorar teoria — precisa ver exemplos e reconhecer.


6) Qualificadores de posição: “across” e “through” (e a lógica)

Ele volta ao tema “através” e reforça que o inglês tem escolhas diferentes dependendo da imagem mental:

  • across: atravessar “de um lado ao outro” (superfície/linha geral)
  • through: atravessar “pelo meio / por dentro” (túnel, fumaça, algo com interior)

A ideia é você visualizar, não traduzir.


7) “Up” não é só “em cima”: também é “seguir em frente”

Ele menciona que up tem o sentido de posição (“para cima”), mas também aparece em expressões com sentido de continuar / seguir adiante.

A mensagem prática: às vezes você abre o dicionário e vê um sentido “estranho”; essa lição confirma que muitos usos são idiomáticos e muito comuns.


8) “Everybody” e “anybody”: sentido + gramática que pega

Ele reforça:

  • everybody = “todo mundo”
    E lembra que, apesar de parecer plural, gramaticalmente funciona como singular:
  • everybody needs
  • everybody wants

E ele começa a puxar a diferença com “anybody” (o vídeo dá sinais de que a próxima lição vai aprofundar isso).


9) “Whatever / wherever / whoever / whenever”: o morfema “-ever”

No final ele mostra um padrão muito útil:

  • where → wherever
  • what → whatever
  • who → whoever
  • when → whenever

Didaticamente, o que você tem aqui é:

  • uma base de pergunta (where/what/who/when)
    • um pedaço (“ever”) que dá ideia de “qualquer” / “não importa qual” dependendo do contexto.

10) Expressões muito comuns: “every other day” e “How old are you?”

Ele fecha a lição com duas ideias de “não traduzir literal”:

every other day

Em português: “dia sim, dia não”.
Em inglês: every other day (“cada outro dia”).

How old are you?

Em português: “quantos anos você tem?”
Em inglês: “quão velho você é?” (a forma correta é essa, mesmo que soe estranha se você traduzir).

E ele dá a dica de ouro: usar a expressão certa faz você “passar despercebido” como estrangeiro — porque você está usando o idioma do jeito natural.


11) A parte final: “better” e “gonna” como fala real (reduções)

Aqui ele entra na fala rápida do dia a dia.

“You better …”

Ele mostra a ideia de “é melhor você…”:

  • “You better study.” = “É melhor você estudar (senão dá ruim).”

E ele observa que, na fala, “you better” pode ficar bem “colado”, soando quase como uma unidade.

“going to” → “gonna”

Ele explica que “going to” (futuro próximo/intenção) frequentemente vira:

  • gonna

Exemplos do espírito da lição:

  • I’m going to stop → I’m gonna stop
  • I’m going to study → I’m gonna study

O ponto dele é direto:

  • “gonna” pode não ser “bonito” pra gramática formal,
  • mas é como as pessoas falam,
  • e você precisa reconhecer isso pra entender conversa real.

Como estudar essa lição do jeito que ela pede (sem inventar moda)

O método que o Andrew está propondo, na prática, é:

  1. Reconhecer padrões de construção (bed+room, rest+room, swim+suit, -ever).
  2. Treinar verbos super frequentes com frames (put + objeto + posição).
  3. Parar de traduzir literal e aceitar “expressão pronta” (how old are you, every other day).
  4. Acostumar o ouvido com contrações e fala real (better, gonna).

PDF: Lesson 30 – Lição 30. Se preferir comprar a apostila impressa, clique aqui.

Observação do professor Andrew Abrahamson:

“A maioria das lições pares (2,4,6,8,10,12…) do livro são lições diferentes das demais, pois são todas em português com informações sobre linguística e como aprender um idioma e portanto não têm vídeo-aula correspondente já que o aluno pode simplesmente ler a lição.”

Voltar para o Índice do curso.

Deixe um comentário

Políticas de Privacidade

Atualizada em 06-fev-2024.

A sua privacidade é importante para nós. É política do site Quarentena.org respeitar a sua privacidade em relação a qualquer informação sua que possamos coletar no site Quarentena.org.

Trabalhamos com base na Lei de Proteção de Dados (13.709/2018) que traz garantias de privacidade, confidencialidade, retenção, proteção aos direitos fundamentais de liberdade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa. Além disso, respeitamos a Constituição Federal da República Federativa do Brasil, o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) e o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14).

Solicitamos informações pessoais apenas quando realmente precisamos delas para lhe fornecer um serviço. Fazemo-lo por meios justos e legais, com o seu conhecimento e consentimento. Também informamos por que estamos coletando e como será usado.

Deixamos claro o motivo que estamos coletando e como será usado, pois tudo é feito para correta administração geral.

Não armazenamos informações de identificação pessoal, muito menos, compartilhamos publicamente ou com terceiros, exceto por determinação judicial.

O nosso site pode ter links para sites externos que não são operados por nós. Diante disto, não nos responsabilizamos por danos de terceiros. Esteja ciente de que não temos controle sobre o conteúdo e práticas de sites de terceiros e não podemos aceitar responsabilidade por suas respectivas políticas de privacidade.

Na qualidade de consumidor, você é livre para recusar a nossa solicitação de informações pessoais, entendendo que talvez não possamos fornecer alguns dos serviços desejados.

O uso continuado de nosso site será considerado como aceitação de nossas práticas em torno de privacidade e informações pessoais. Se você tiver alguma dúvida sobre como lidamos com dados do usuário e informações pessoais, entre em contato conosco através do nosso formulário.

Nossa política é atualizada de forma constante.

Fica, desde já, o titular de dados ciente que o conteúdo desta Política de Privacidade pode ser alterado a critério do site Quarentena.org, independente de aviso ou notificação. Em caso de alteração, as modificações produzem todos os efeitos a partir do momento da disponibilização no site.

O site Quarentena.org não se responsabiliza caso você venha utilizar seus dados de forma incorreta ou inverídica, ficando excluído de qualquer responsabilidade neste sentido.

 

Compromisso do Usuário

O usuário se compromete a fazer uso adequado dos conteúdos e da informação que o site Quarentena.org oferece e com caráter enunciativo, mas não limitativo:

  • A) Não se envolver em atividades que sejam ilegais ou contrárias à boa fé e à ordem pública;
  • B) Respeito a todas as legislações nacionais ou internacionais em que o Brasil é signatário;
  • C) Não difundir propaganda ou conteúdo de natureza racista, xenofóbica, casas de apostas, jogos de sorte e azar, qualquer tipo de pornografia ilegal, de apologia ao terrorismo ou contra os direitos humanos;
  • D) Não causar danos aos sistemas físicos (hardwares) e lógicos (softwares) do site Quarentena.org, de seus fornecedores ou terceiros, para introduzir ou disseminar vírus informáticos ou quaisquer outros sistemas de hardware ou software que sejam capazes de causar danos anteriormente mencionados;
  • E) Os conteúdos publicados, possuem direitos autorais e de propriedade intelectual reservados, conforme estabelece a Lei de Direitos Autorais n. 9.610, de 19.2.1998 do Governo Federal Brasileiro e correlatas. Qualquer infringência, serão comunicados às autoridades competentes.

 

Direitos do titular de dados

O titular de dados pessoais possui o direito de solicitar do site Quarentena.org, através do canal específico de tratamento, a qualquer momento, mediante requisição formal, informações referentes aos seus dados.

Os pedidos serão analisados conforme previsto em legislação vigente dentro de um prazo de 14 dias, salvo determinação legal e/ou objeto de lei.

Os titulares de dados, segundo o texto da LGPD, podem exercer os seus direitos por meio de:

  • Confirmação da existência de tratamento;
  • Anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o disposto nesta Lei;
  • Informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados;
  • Informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e sobre as consequências da negativa;

 

Como exercer os seus direitos de titular de dados?

  • Para as demais solicitações em relação aos direitos do titular de dados pessoais, entre em contato conosco através do nosso formulário;

 

Mais informações

Esperamos que esteja esclarecido e, como mencionado anteriormente, se houver algo que você não tem certeza se precisa ou não, geralmente é mais seguro deixar os cookies ativados, caso interaja com um dos recursos que você usa em nosso site.

O site Quarentena.org empregará esforços para resguardar as informações e dados coletados do usuário pelo site. Todavia, considerando que não há meio de transmissão e retenção de dados eletrônicos plenamente eficaz e seguro, o site Quarentena.org não pode assegurar que terceiros não-autorizados não logrem êxito no acesso indevido, eximindo-se de qualquer responsabilidade por danos e prejuízos decorrentes da conduta de terceiros, ataques externos ao site como: vírus, invasão ao banco de dados, vícios ou defeitos técnicos, assim como operacionais resultante da utilização do site e em razão de falhas de conexão.